quarta-feira, agosto 10, 2022
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Entenda o que é a calvície feminina enfrentada pela Juliette e seus tratamentos

Médico explica que problema afeta 50% das mulheres ao longo da vida e não tem cura, mas pode ser tratado por toda a vida

A cantora e ex-BBB Juliette Freire revelou, através das redes sociais, que realiza tratamento contra a calvície feminina — problema capilar que enfrenta desde a infância. A informação despertou curiosidade nos seguidores da artista e, por isso, o Dr. Jurandir Carrascosa, diretor do corpo médico da Mais Cabello e médico cirurgião de transplante capilar e vascular, explicou o que é a doença e como é seu tratamento.

“A calvície feminina é o afinamento dos cabelos da região frontal e do topo da cabeça com a manutenção da linha do cabelo fronto-temporal (frente e dos lados). Em casos graves, o afinamento pode ser generalizado e afetar também as regiões parietal e occipital (topo da cabeça de cada lado e a parte de trás)”, explica.

Segundo o médico, o tratamento mais indicado nas fases iniciais é o clínico, mas o mesmo poderá ser acompanhado por especialistas em outras áreas caso identifiquem problemas em outros órgãos e sistemas que necessitem de controle, como ovarianos e endócrinos.

“O tratamento pode ser com remédios via oral; aplicação de laser no couro cabeludo; aplicação de remédios no couro cabeludo através de intradermoterapia; tônicos capilares; uso de fatores de crescimento; e até transplante capilar em alguns casos mais severos”, conta.

Dr. Jurandir explica que não existe cura para a calvície feminina e sim controle e estabilização. O tratamento pode durar toda a vida.

“Nos dois primeiros anos o paciente necessita de acompanhamento mais frequente, mas depois deve haver intervalos maiores de tempo entre as consultas e terapias”, afirma.

Quanto ao valor, o especialista diz que é difícil quantificar, pois envolve consultas médicas; exames laboratoriais; remédios; aplicação de substâncias no couro cabeludo; terapias capilares; e, em alguns casos, cirurgia.

“Este é um problema que afeta 50% das mulheres ao longo da vida e pré-menopausa. A causa é genética e também sofre influência de andrógenos — hormônios que a mulher também produz, por exemplo, nos ovários, nas adrenais e em alguns órgãos periféricos. Outras causas menos comuns são tumores e até uso de medicamentos que aumentam a inibição da aromatase, que ajuda a converter andrógenos em estrógenos, ou seja, hormônio masculino em substâncias hormonais femininas”, finaliza.

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