
A maior parte dos casos está ligada a contratos de aluguel.
Há processos em cidades como osasco, mogi das cruzes, guarulhos, santo andré, são bernardo do campo, piracicaba e marília, além da capital paulista.
A situação acontece no momento em que o grupo tenta reorganizar as contas.
No domingo, a casas bahia pediu recuperação judicial para renegociar uma dívida de r$ 17,3 bilhões.
Nos documentos enviados à justiça, a empresa diz que precisa manter parte desses imóveis para continuar funcionando.
As lojas físicas representam mais da metade da receita operacional do grupo.
Dois galpões logísticos, em contagem, minas gerais, e são josé dos pinhais, no paraná, também estão no centro de uma disputa.
O fundo dono dos imóveis informou que os aluguéis de julho foram pagos, mas os valores de agosto ainda não tinham sido quitados.
Ter uma ação de despejo não significa que a loja será fechada imediatamente.
Cada processo precisa ser analisado pela justiça.
Ontem, uma decisão provisória também determinou a manutenção de serviços essenciais para evitar a paralisação das atividades enquanto o pedido de recuperação é analisado.