
Fábio luís lula da silva é investigado em três inquéritos.
Um deles apura uma tentativa de viabilizar, junto ao ministério da saúde, um negócio envolvendo medicamentos à base de cannabis.
A polícia federal afirma que a lobista roberta luchsinger dizia atuar em nome de lulinha nas negociações.
Os investigadores apuram se o nome do filho do presidente foi usado para abrir portas dentro do governo.
A defesa de lulinha nega irregularidades e diz que ele não participou das negociações.
Outro personagem é marco aurélio santana ribeiro, o marcola, ex-chefe de gabinete de lula.
Ele recebeu de roberta uma minuta para a venda de medicamentos ao ministério da saúde.
Marcola confirmou o recebimento a interlocutores e negou qualquer favorecimento.
O negócio não foi fechado.
A pf também identificou pagamentos e benefícios concedidos por roberta a marcola, entre eles, joias.
Em relação aos repasses financeiros, ele afirma que recebeu um empréstimo pessoal, já quitado, e nega irregularidades.
A procuradoria-geral da república pediu que esse inquérito seja enviado para a primeira instância.
A decisão cabe a andré mendonça.