Fabricantes chinesas de robôs humanoides exibem o nível de desenvolvimento de suas máquinas em tarefas como boxe, limpeza, organização de prateleiras e orientação do trânsito.
Durante uma conferência especializada realizada em Pequim, as empresas buscam atrair investidores e clientes.
Em alguns casos, os robôs demonstram capacidades impressionantes.
No entanto, especialistas consideram que ainda não existe um mercado de massa para esses produtos.
Muitos ambientes e tarefas continuam complexos demais para uma aplicação eficiente.
Yang Qian, presidente-executiva da X Square Robot, reconhece esses desafios.
"Como fizemos anteriormente com os carros elétricos e a direção autônoma, estamos colaborando com os usuários para definir melhor o produto, concentrando-nos em aspectos como segurança, confiabilidade e vida útil, bem como na interação entre o usuário e a máquina, para que ela não pareça desajeitada ou pouco inteligente. Queremos que a linguagem e os movimentos sejam fluidos e naturais. Essa é a nossa principal prioridade para este ano."
Segundo autoridades de Pequim, mais de 300 empresas participam da Conferência Mundial de Robôs.
O evento, que vai até domingo, reúne mais de 2.000 itens em exposição e apresenta mais de 150 novos produtos.
A conferência acontece em um momento em que a robótica se tornou uma nova frente da rivalidade tecnológica entre Estados Unidos e China, enquanto o interesse de investidores pelo setor continua crescendo.