Durante dois dias, o supremo ouviu 48 especialistas e representantes de entidades.
A discussão foi conduzida pelo ministro alexandre de moraes.
A lei prevê penas mais altas para chefes de facções.
Em alguns casos, elas podem chegar a 60 anos.
Também ficou mais difícil progredir de regime.
Outro ponto em debate é o fim do auxílio-reclusão para familiares de alguns condenados.
As ações também questionam regras de prisão preventiva e de julgamento.
Moraes defendeu mais integração entre polícias e estados no combate às facções.
Agora, cabe ao stf decidir se os trechos questionados estão de acordo com a constituição.