Romeu zema afirmou que o supremo enfrenta uma crise de credibilidade e classificou a corte como um “balcão de negócios”. O candidato destacou mendonça como exemplo de postura e criticou moraes por supostas relações de consultoria jurídica com o banqueiro daniel vorcaro, preso no caso master.
Zema também defendeu o fim das decisões monocráticas no supremo e prometeu, caso seja eleito, estabelecer critérios diferentes para a escolha de ministros, incluindo nomes com mais de 60 anos indicados a partir de uma lista tríplice.
O candidato ainda propôs ampliar a transparência no serviço público e criticou o presidente lula por, segundo ele, não se manifestar sobre os desdobramentos do caso master.
Questionado sobre uma doação de um milhão de reais feita pelo pai de vorcaro ao partido novo, zema disse que nunca conheceu o banqueiro e afirmou que a contribuição ocorreu antes das suspeitas contra o banco.
Na economia, zema criticou o fim da escala 6 por 1, classificando a proposta como populista, e defendeu contratos de trabalho por hora.
Na segurança pública, propôs maior autonomia para os estados criarem agravantes de pena específicos para determinados crimes.