Entre os bens e empresas analisados estão imóveis, estabelecimentos comerciais e outros negócios que, segundo a polícia, poderiam ser usados para fazer o dinheiro do crime parecer legal.
Os investigadores também apuram o uso de quiosques e possíveis irregularidades em contratos públicos.
A ideia agora é descobrir quem controlava esses negócios de fato.
As buscas acontecem em praia grande, guarujá, santo andré e santana de parnaíba.
A justiça também autorizou o bloqueio de contas e de 29 imóveis ligados aos alvos da operação.
Com os documentos e equipamentos apreendidos, os agentes tentam refazer o caminho do dinheiro e identificar outros participantes.
E é justamente esse rastreamento que pode mostrar até onde o esquema chegou e se outros negócios foram usados para esconder o dinheiro do crime.