
Celso de mello afirmou que nenhuma autoridade está acima da lei e que o supremo não pode ser usado para proteger possíveis desvios individuais.
Para o ex-ministro, casos que colocam em dúvida a confiança da sociedade precisam ser analisados de forma pública e com regras claras.
A manifestação aumenta a pressão sobre o presidente do supremo, edson fachin, que tem a missão de definir como a corte vai conduzir as diferentes frentes dessa crise.
Celso de mello não está sozinho.
Outros ex-ministros também defendem uma resposta pública e institucional para as denúncias que abalaram o tribunal.
A cobrança agora é para que o supremo mostre, na prática, como vai responder às suspeitas sem deixar dúvidas sobre o próprio funcionamento.