
A proibição vale para adesivos, cartazes e outros materiais de campanha colocados nos vidros, nas portas ou em qualquer parte do carro.
A regra também se aplica aos táxis.
Para a justiça eleitoral, quando o veículo é usado para transportar passageiros, ele passa a ser considerado um espaço de uso comum.
Por isso, não pode ser transformado em local de propaganda política.
Em carros particulares, os adesivos continuam permitidos dentro dos limites previstos pela lei.
A diferença está justamente no uso do veículo para transporte de passageiros.
O motorista de aplicativo também não deve usar a corrida para pedir voto ou fazer campanha para um candidato.
Denúncias de propaganda irregular podem ser enviadas à justiça eleitoral pelo aplicativo pardal.
A regra já está valendo para as eleições de 2026.
E, com a campanha ganhando as ruas, a justiça eleitoral deixa claro que o carro de trabalho não pode virar palanque