Entre as entidades presentes no manifesto estão a confederação nacional da indústria (cni), a federação das indústrias do estado de são paulo (fiesp) e a confederação nacional do comércio (cnc).
No documento, intitulado "manifesto à nação brasileira", as entidades afirmam que o país atravessa uma "crise institucional de extrema gravidade” e apontam o supremo como o epicentro dessa situação.
Em um trecho do manifesto, os signatários pontuam que "a sociedade brasileira exige que o plenário do supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a nação aguarda não admite prazo!”.
O texto não cita nomes de ministros nem detalha episódios específicos. As entidades defendem que a corte preste contas à sociedade e afirmam que a perda de legitimidade de um tribunal compromete a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a paz social.
Segundo o manifesto, a autoridade de um tribunal depende de imparcialidade, transparência e exemplo na atuação de seus integrantes.
A página do manifesto também reúne adesões de associações, federações e sindicatos de diferentes setores e regiões do país. Ao todo, são 2.764 Registros.