A terra indígena perigara, da etnia bororo, tem apenas 1 local de votação.
Para chegar até lá, parte do caminho é feita por 97 quilômetros de estrada de terra.
Cerca de 40 quilômetros são considerados mais difíceis e exigem veículos com tração.
Com chuva forte, o acesso pode ficar ainda mais complicado.
Por isso, o tribunal regional eleitoral e a marinha fizeram uma visita técnica para planejar como levar equipes, material e segurança até a comunidade.
A maior preocupação é com um possível 2º turno, em 25 de outubro, quando a chuva pode dificultar o trajeto.
Se a estrada não der condições, uma aeronave poderá ser usada.
A operação mostra que, mesmo em uma região distante e com poucos eleitores, o direito ao voto precisa chegar até onde o eleitor está