Muitas dessas contas são abertas de forma regular.
O problema começa depois, quando passam a ser usadas para receber ou transferir dinheiro de fraudes.
Há casos em que o próprio titular vende ou aluga o acesso à conta.
Ela pode ser usada por criminosos e, depois, voltar a ter uma movimentação aparentemente normal.
O levantamento também identificou mais de 314 mil documentos fraudulentos ligados a contas bancárias.
São Paulo concentra 33,6% dos registros.
Depois vêm Rio de Janeiro, com 14,4%, e Minas Gerais, com 6,5%.
Os jovens aparecem com mais frequência nesses registros.
62,2% dos documentos associados aos indícios são de pessoas entre 18 e 34 anos.