Política INTERNACIONAL
Trump conversa com Netanyahu sobre incidente no voo da Flydubai
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre o incidente no voo da Flydubai. Netanyahu acusou o copiloto de tentar derrubar o avião e matar seus passageiros, ou que obrigou o avião a fazer um pouso de emergência na Arábia Saudita.
01/10/2026 18h16
Por: Redação - Vinicius Fonte: AGENCIA FRANS PRESS
AGENCIA FRANS PRESS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que conversou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre o incidente no voo da Flydubai.

Donald Trump, Presidente dos EUA "Conversei longamente com Netanyahu sobre esse evento, e parece que o copiloto era talvez um terrorista ou talvez um lunático, e ele esfaqueou o piloto."

Netanyahu acusou o copiloto de um voo da Flydubai com destino a Tel Aviv de tentar derrubar o avião e matar seus passageiros, o que obrigou o avião a fazer um pouso de emergência na Arábia Saudita.

A empresa dos Emirados Árabes pediu que se evitassem "especulações prematuras" e ressaltou que as razões do incidente são desconhecidas.

Os voos da companhia para Israel foram suspensos enquanto durar a investigação.

Alguns passageiros descreveram uma briga violenta na cabine e uma repentina perda de altitude antes dos ocupantes da aeronave conseguirem conter um dos pilotos.

Os 174 passageiros, entre os quais 166 israelenses, deverão retornar a Israel.

O piloto ferido foi identificado por Netanyahu como Smit Machchhar, originário da Índia.

O primeiro ressaltou que o piloto, "apesar de ter sido esfaqueado e sofrido danos graves, se defendeu, evitando uma catástrofe aérea".

Netanyahu disse que está “em contato constante com as autoridades” sauditas.

O chanceler de Israel, Gideon Saar, disse em conversas com embaixadores israelenses, que o ocorrido foi "uma tentativa de atentado terrorista contra os israelenses, os Emirados Árabes e os Acordos de Abraão", referindo-se ao pacto apoiado por Donald Trump para normalizar as relações assinadas pelos dois países em 2020.