Débora ficou conhecida por ter pichado a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, que fica em frente à sede do STF, no dia dos atos golpistas, em 8 de janeiro de 2023. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos eventos. Desde março de 2025, Débora está em prisão domiciliar.
Como já não está em uma unidade prisional, a progressão para o semiaberto significa que Débora poderá sair de dia para trabalhar.
A mudança também reduz o tempo restante de cumprimento da pena e antecipa o fim da execução penal.
Segundo Alexandre de Moraes, a redução da pena considerada na decisão decorre principalmente de trabalho, leitura e estudos, que somaram 212 dias de remição.
O ministro cita que ela trabalhou 326 dias na penitenciária, resultando em 108 dias de redução da pena. Através da leitura de uma obra, com avaliação e aprovação pela comissão responsável, Débora garantiu mais 4 dias de remição. Ela também foi aprovada no Enem de 2023, o que resultou em 100 dias de redução de pena.
O ministro atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República, que afirmou que ela já cumpre os requisitos para o regime semiaberto.