A operação cumpre 21 mandados de prisão temporária e 29 de busca e apreensão.
As ordens são cumpridas em Guarulhos, Santo André, São Paulo e também em Minas Gerais.
Segundo a Polícia Federal, os investigados trocam etiquetas de bagagens e colocam malas com cocaína diretamente nos compartimentos de carga dos aviões.
A investigação começou depois de apreensões de drogas no aeroporto.
Em julho de 2025, um funcionário foi preso suspeito de colocar malas com cocaína em um voo para Joanesburgo, na África do Sul.
A análise do material apreendido identificou pelo menos seis remessas de cocaína em menos de três meses.
A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 4,07 milhões em bens e valores dos investigados.
Os funcionários alvos da operação também foram proibidos de acessar áreas restritas do aeroporto.