Economia NACIONAL
O Banco Mundial reduziu a previsão de crescimento da América Latina e do Caribe para 2,2% em 2026.
Brasil e México devem crescer abaixo ou no ritmo da média da região.
08/10/2026 16h14
Por: Redação - Vinicius Fonte: RBTV
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A América Latina e o Caribe reduzirão ligeiramente seu ritmo de crescimento para 2,2% em 2026, em comparação com os 2,4% registrados no ano passado.

É o que apontam as previsões regionais do Banco Mundial divulgadas nesta terça-feira.

Segundo a instituição, El Salvador e Paraguai se destacam entre os países com as maiores taxas, devido a melhores condições de segurança e às suas políticas de austeridade fiscal, que impulsionam um investimento privado robusto.

O documento aponta que a Argentina também “segue uma trajetória semelhante e projeta-se que cresça durante três anos consecutivos, de 2025 a 2027, pela primeira vez em quase duas décadas, impulsionada pelo ajuste fiscal, pelas reformas tributárias e por uma economia mais aberta”.

As duas principais economias da região, Brasil e México, apresentam uma tendência de estagnação, “crescendo a um ritmo igual ou inferior à média regional, limitados pelas condições monetárias restritivas necessárias para manter a desinflação, pela incerteza em matéria de políticas econômicas e pelo enfraquecimento do impulso do investimento público”.

Outros pontos levantados no relatório são a “ameaça à atividade econômica” por conta da “intensificação do El Niño”, a volatilidade dos preços da energia como um fator de risco para a inflação e a grande possibilidade de os bancos centrais manterem as taxas de juros mais altas por mais tempo para combater os preços elevados.