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Uma mulher condenada à morte sobreviveu a uma execução malsucedida nos Estados Unidos.
Christa Pike chegou a ser considerada em morte cerebral, mas acordou e começou a falar.
09/10/2026 15h55
Por: Redação - Vinicius Fonte: RBTV
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Christa Pike, a mulher condenada à morte nos Estados Unidos que sobreviveu a uma execução malsucedida no estado do Tennessee, esteve prestes a ter o suporte à vida desligado no hospital antes de apresentar sinais de recuperação.

A informação foi revelada nesta quarta-feira pelo advogado da detenta.

A mulher, de 50 anos, que foi sentenciada à morte por um assassinato cometido quando era adolescente, recebeu duas doses supostamente letais do medicamento pentobarbital na semana passada.

Pike sobreviveu às injeções e foi levada às pressas para um hospital, onde permaneceu em estado crítico por vários dias, inconsciente e respirando por aparelhos.

“Na noite de segunda-feira, tínhamos entendido que Christa teve uma morte cerebral e que o suporte vital seria retirado no dia seguinte. Mas, na terça-feira, para o choque de todos, incluindo eu, a equipe dela e a equipe médica, Christa acordou e começou a falar. Eu não tenho uma explicação para o que aconteceu, mas o que sabemos é que ela tem um longo caminho de recuperação pela frente.”

Os advogados de Pike disseram na terça-feira que, “contra todas as probabilidades”, ela está “consciente, fala e continua recebendo cuidados médicos críticos”.

A detenta teria sido a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos.

Pike é a primeira a sobreviver “após receber injeções com doses letais de fármacos utilizados em execuções”.