Política NACIONAL
A Procuradoria-Geral da República defendeu que o STF substitua a prisão preventiva do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, por outras restrições, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.
Escândalo do INSS.PGR defende medidas alternativas à prisão para Stefanutto.
09/10/2026 17h59
Por: Redação - Vinicius Fonte: RBTV
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Stefanutto está preso desde novembro do ano passado e foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

A PF aponta indícios de envolvimento de Stefanutto em crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Segundo a investigação, ele teria utilizado os cargos que ocupou em favor do esquema e, em troca de uma omissão deliberada na fiscalização, recebido propinas mensais recorrentes que chegaram a 250 mil reais.

A rede de lavagem de dinheiro teria envolvido o recebimento de recursos por meio de contas de terceiros. As investigações apontam ainda que ele era conhecido pelo apelido de “Italiano”.

A defesa de Stefanutto afirma que o ex-presidente do INSS não praticou qualquer ato ilícito.

A manifestação será analisada pelo relator da Operação Sem Desconto no STF, ministro André Mendonça.