
A paralisação atingiu linhas do lote D10, que era operado pela antiga Transwolff e está sob responsabilidade da São Paulo Transporte, a SPTrans.
Os ônibus do lote D11 circularam normalmente.
Os motoristas cobram esclarecimentos sobre os depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS, e do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, além de outros direitos trabalhistas.
A prefeitura classificou a paralisação como ilegal, porque não houve o aviso prévio de 72 horas exigido para a interrupção do transporte público.
A administração municipal afirma que salários e benefícios estão em dia.
Para atender os passageiros, a prefeitura acionou o Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência, o Paese.
Ônibus de apoio foram colocados em parte das linhas afetadas.
Para quem volta para casa à noite, a orientação é conferir a situação da linha antes de sair.
Até a última atualização, não havia previsão oficial para o fim da paralisação.