A Procuradoria-Geral da República defendeu a manutenção das prisões de familiares e assessores ligados a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, liquidado pelo Banco Central. Os pedidos de soltura estão pendentes de análise no Supremo Tribunal Federal.
Entre os investigados estão o pai de Vorcaro, Henrique Moura Vorcaro; o cunhado, Fabiano Campos Zettel; o primo, Felipe Cançado Vorcaro; e o assessor jurídico, Daniel Monteiro.
Segundo a PGR, os motivos que justificaram as prisões continuam válidos, sem elementos que justifiquem uma mudança de posição neste momento.
A Procuradoria também afirmou que cabe ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, decidir sobre questões urgentes que ainda estão pendentes.
O caso ocorre em meio a uma crise institucional no STF, envolvendo divergências sobre a condução das investigações, que apuram suspeitas de fraudes financeiras e outros crimes.
Enquanto isso, a Polícia Federal continua analisando materiais, mas medidas que dependem de autorização judicial aguardam decisões da Corte.