
A Meta negou ao Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça-feira, que esteja descumprindo ordens da Corte durante a eleição ou favorecendo candidaturas em suas redes sociais.
A manifestação foi apresentada após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar a acionar o TSE, na segunda-feira, sob a alegação de que a plataforma continua favorecendo a candidatura do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo a campanha petista, a empresa segue produzindo e distribuindo conteúdos favoráveis a Flávio por meio de sua ferramenta de inteligência artificial, o que, na avaliação do grupo, compromete a isonomia entre os candidatos.
No documento enviado ao TSE, porém, a empresa rebate as acusações, detalha as medidas adotadas para cumprir as diretrizes eleitorais e solicita uma reunião com o ministro Marco Aurélio Bellizze, ainda nesta terça-feira. Ele é o relator do caso na Corte Eleitoral.
Segundo a Meta, as plataformas sob sua gestão — Facebook, Instagram e WhatsApp — aplicam as mesmas regras de distribuição de conteúdo para todos os candidatos e têm adotado uma série de medidas para evitar abusos.