
Ameaças de demissão, redução de salário e pressão para votar em determinado candidato.
Essas são algumas das formas de assédio eleitoral no ambiente de trabalho.
De acordo com o Ministério Público do Trabalho, 663 denúncias foram registradas nos primeiros 19 dias de outubro.
O aumento já havia chamado a atenção em setembro, quando o número de denúncias foi 713% maior que no mesmo período de 2022.
Na época, foram 68 registros, contra 553 neste ano.
A legislação proíbe que empregadores usem o cargo ou o salário para pressionar funcionários a apoiar candidatos.
O trabalhador também não é obrigado a revelar em quem vai votar.
Quem sofrer ameaças ou pressões pode procurar o Ministério Público do Trabalho para fazer uma denúncia.
A escolha do candidato é um direito de cada eleitor, e o voto é secreto.