
Agência Assembleia
A medicina integrativa como alternativa complementar no tratamento da dor foi o tema do programa Saúde e Bem-Estar, da Rádio Assembleia (96,9 FM), nesta quarta-feira (21). Durante a entrevista, as radialistas Marina Sousa e Leda Lima conversaram com o fisioterapeuta e terapeuta integrativo Sabak Borges Coqueiro sobre práticas terapêuticas que podem contribuir para o alívio das dores e a melhora da qualidade de vida.
Sabak Borges explicou que a abordagem integrativa combina tratamentos convencionais com terapias complementares, considerando não apenas os sintomas físicos, mas também aspectos emocionais e hábitos de vida que podem influenciar a saúde do paciente.
O fisioterapeuta disse que a proposta é ampliar as possibilidades de tratamento, especialmente nos casos de dor crônica, com acompanhamento individualizado e orientação profissional.
“Entre as práticas abordadas estão a acupuntura, as terapias manuais, a osteopatia, a quiropraxia e o Pilates.”, esclareceu.
Segundo Sabak Borges, esses recursos podem auxiliar no alívio de tensões musculares, na melhora da mobilidade e na recuperação funcional, de acordo com as necessidades e condições clínicas de cada paciente.
Especialista em terapias manuais, reeducação postural global RPG, agulhamento a seco, quiropraxia e Pilates, Sabak Borges Coqueiro também possui formação em bandagens funcionais, massoterapia e laserterapia, entre outras áreas relacionadas à reabilitação e ao cuidado integral.
Participação do paciente
O fisioterapeuta enfatizou um aspecto importante da medicina integrativa, que é a participação ativa do paciente no processo de recuperação.
“Medidas como a prática orientada de atividades físicas, os cuidados com a postura e a adoção de hábitos saudáveis podem contribuir para o controle da dor e a prevenção de novos episódios”, frisou Sabak Borges.
Para Sabak Borges, a abordagem integrativa também favorece a atuação conjunta de diferentes profissionais de saúde, conforme as necessidades de cada caso.
“A escolha das terapias deve considerar evidências científicas e avaliação individual, sem substituir tratamentos convencionais necessários ou levar à suspensão de medicamentos sem orientação médica”, advertiu