Economia NACIONAL
A arrecadação federal bateu recorde em setembro, impulsionada pelo crescimento da economia, pelo aumento de impostos e pela alta do petróleo.
Apesar do resultado positivo, o governo ainda enfrenta desafios para equilibrar as contas públicas.
23/10/2026 16h57
Por: Redação - Vinicius Fonte: RBTV
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A arrecadação federal chegou a 239 bilhões e 400 milhões de reais em setembro, registrando o maior valor para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

De acordo com a Receita Federal, o resultado representa um crescimento real de 5,6% em relação a setembro do ano passado, já descontada a inflação.

O recorde é explicado por fatores como o crescimento da economia brasileira, os aumentos de impostos promovidos pelo governo e a alta no preço do petróleo, que também elevou as receitas com royalties e participação na exploração.

No acumulado de janeiro a setembro, a arrecadação somou 2 trilhões e 380 bilhões de reais, em valores corrigidos pela inflação. O avanço real foi de 7% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O governo espera contar com esse aumento das receitas para cumprir a meta fiscal de 2026, que prevê um superávit de aproximadamente 34 bilhões de reais.

Apesar disso, considerando determinadas despesas que podem ficar fora do cálculo oficial, a previsão é de um déficit de 23 bilhões e 300 milhões de reais nas contas públicas.

Os números reforçam o desafio do governo de equilibrar as contas e manter as despesas sob controle.