A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da operação castratio nesta terça-feira, que mira o escritório de advocacia do deputado federal eleito Marcelo Queiroz do PSDB e pessoas ligadas a ele.
A investigação verifica uma suposta organização criminosa em atuação no âmbito da SEAPA, Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro.
As autoridades apuram contratos de 200 milhões de reais para castração e esterilização de animais firmados pela secretaria, quando Marcelo Queiroz era o titular da pasta. O deputado nega participação em qualquer ilegalidade.
O objetivo da nova etapa da operação é apurar a extensão da organização criminosa e suas práticas ilegais. O caso pode apontar para crimes de peculato, corrupção passiva e ativa e lavagem de deinheiro.
A PF cumpre cinco mandados de busca e apreensão nos municípior do Rio de Janeiro e niterói após ordem judicial do Supremo Tribunal Federal.
A primeira etapa da operação, em maio de 2026, mirou Queiroz por suspeita de fraude em licitações no governo do Rio de Janeiro.
Em nota, a defesa de Marcelo Queiroz afirmou que o deputado "jamais participou ou teve conhecimento de qualquer ilegalidade.