
O maior gasto dos candidatos foi com doações financeiras a outros candidatos e partidos, representando cerca de 52% das despesas, pouco mais de R$ 5,72 bilhões.
Logo em seguida, cerca de R$ 976 milhões foram destinados à publicidade por materiais impressos, categoria que engloba panfletos e cartazes. Seguido por serviços prestados por terceiros, com R$ 795 milhões; atividades de militância e mobilização de rua, com R$ 662 milhões, e despesas com pessoal, com R$ 538 milhões.
Ainda segundo a Corte Eleitoral, os candidatos gastaram cerca de R$ 488 milhões com impulsionamento de conteúdos, além de R$ 302 milhões com serviços advocatícios, outros R$ 289 milhões com publicidade por adesivos. As propagandas em veículos também tomaram grande parte do orçamento, cerca de R$ 282 milhões foram destinadas à produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Já a cessão ou locação de veículos teve um gasto total de R$ 180 milhões.
Somadas, essas dez categorias representam 94% dos gastos totais da campanha, somando R$ 10,73 bilhões. Os outros R$ 662 milhões gastos na campanha estão diluídos em outras 32 despesas, que vão desde serviços contábeis (R$ 172 milhões) até encargos sociais (R$ 12,4 mil).