Assistência Social Piauí
Governo do Piauí já destinou mais de R$ 4 milhões a programas estaduais de transferência de renda em 2026
O Governo do Piauí já destinou R$ 4.092.000 aos programas estaduais de transferência direta de renda em 2026. Os recursos foram aplicados no Cartão...
07/11/2026 09h08
Por: Redação Fonte: Secom Piauí

O Governo do Piauí já destinou R$ 4.092.000 aos programas estaduais de transferência direta de renda em 2026. Os recursos foram aplicados no Cartão Social e no Auxílio Alimentação, iniciativas executadas pela Secretaria do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sasc) para atender famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica e pessoas afetadas por situações de calamidade.

O Cartão Social concentrou a maior parte dos recursos, com R$ 4.055.200 pagos em 2026. Ao longo do ano, 4.319 famílias começaram a receber o benefício. Em setembro, 2.975 famílias estavam contempladas pelo programa. O auxílio garante R$ 1.200 por família, divididos em seis parcelas mensais de R$ 200, com acompanhamento durante 12 meses.

Já o Auxílio Alimentação registrou R$ 36.800 em pagamentos neste ano, contemplando 92 famílias. O benefício é de R$ 400 e pode ser pago em parcela única ou dividido em duas parcelas mensais. A iniciativa atende famílias diretamente afetadas por desastres naturais, calamidades públicas e períodos prolongados de estiagem que comprometam a segurança alimentar.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Ascom Sasc

Os critérios de acesso variam conforme o benefício. O Cartão Social é destinado a famílias com renda per capita inferior a R$ 218, famílias numerosas, com seis integrantes ou mais, e aquelas com crianças de zero a seis anos identificadas em situação de desnutrição infantil, desde que residam no Piauí. Entre os requisitos estão inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), comprovação de residência no estado e identificação no sistema de informações da Sasc.

O Auxílio Alimentação também exige inscrição no CadÚnico e comprovação de residência no Piauí. Podem ser contempladas famílias atingidas por deslizamentos, incêndios, inundações, alagamentos, epidemias, pandemias, estiagens prolongadas e outros fenômenos que representem risco imediato à segurança alimentar.

A superintendente de Assistência Social da Sasc, Janaína Mapurunga, explica que o acompanhamento das famílias é realizado durante 12 meses por assistentes sociais dos municípios. Ela destaca que o benefício também pode ser associado a outras iniciativas que contribuam para melhorar as condições de vida dos atendidos. “Essa renda do Cartão Social pode ser inserida também em cursos de qualificação, em atividades da agricultura familiar, no repasse de benefícios pela agricultura familiar, dentre outros serviços que possam ser vinculados às famílias que recebem o cartão”, explica.

Os benefícios estaduais podem ser acumulados com o Bolsa Família. De acordo com a Sasc, os valores recebidos pelo programa federal não são considerados renda para enquadramento nos critérios do Cartão Social. Assim, famílias que recebem o Bolsa Família também podem ter acesso ao benefício estadual, desde que atendam às demais exigências.