
A punição depende da gravidade do caso.
Uma desobediência mais simples pode terminar em orientação ou advertência.
Nos casos graves, a multa pode chegar a R$ 17 mil.
Já situações como agressão física contra a tripulação, tentativa de entrar na cabine do piloto ou mexer em equipamentos de segurança podem deixar o passageiro sem voar por 6 meses ou 1 ano.
Quem receber essa punição terá o nome compartilhado entre as companhias aéreas.
Na prática, a empresa poderá bloquear a compra da passagem, o check-in e o embarque.
A mudança veio depois do aumento dos casos de indisciplina nos aeroportos e aviões.
Só no 1º semestre, foram 881 ocorrências.
154 Delas tiveram impacto direto na segurança dos voos
A regra também garante o direito de defesa ao passageiro.
Mas o recado da anac é claro: quem transformar um voo em risco para os outros poderá ficar um bom tempo longe dos aviões